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domingo, 13 de abril de 2008

Teremos transformado esta paródia num circo?

Deixo o recado subentendido:

Oh meu amigo, dois dedos de testa! Santa hipocrisia porque benzes tantos?
Se é teoria (da conspiração, diria Marcelo)? Rir-me alto e soa bem.
Quem tem muitos não apreciadores (não te irei brindar com termos repetidos, e atenta ao brindar) é porque tem muito que é alvo de cobiça. E quanto ao invejar nem imaginas quantos os beijos que tens de invejar.

Se és alvo de chacota (troça, zombaria e mofa)? À que muitas noites de sono tirar. Pois nisso não penses, tu agora, pois de nós pouco és pensado.


A intriga está delineada. Enredo soberbamente encantador, este de que fazemos parte. A história já meia escrita, sempre entre cafés, tem muitas entrelinhas e pontos por revelar. O que muda? É que eu sempre farei parte da história, e tu, neste momento personagem secundária (a caminho de figurante) por muito que mostres não voltas à acção. Dir-te-ia eu, o que já tive e tenho, e, aí cairias atónito, ficarias sem força para encarar tão doce romance de cafés, afogar-te-ias no ridículo (de que pensas não ser alvo).
E viva ao Rei (que vai nu de verdades).


Raparigas! Os cafés que fazem tirar.
Com isto sei que te dou importância (opositor, mas só por gosto)

terça-feira, 8 de abril de 2008

Quem segurava no guarda-chuva?

Descomunalmente feliz (não é contente, É Feliz! (e olhem que a diferença é muita)) pelo beijo, molhado pela chuva, que recebi.
Pergunto-me porquê? Não foi o primeiro, e amanhã mais virão (se o fado assim desejar e o instante sugerir).

No meio disto tudo pergunto-me “O que era feito do guarda-chuva?”

sábado, 29 de março de 2008

Oh Luxúria, Oh Pecado Porque Tanto Me Tentas?

Oh Tiago, o quanto inconstante és! É extraordinário. Neste momento sou perseguido por um sorriso do tamanho do mundo. Por uma alegria inconstante vinda de uma pontada cerebral.
Sorriso parvo e desmedido. Alegre instável que vai conforme veio. Que vem com um “trim trim” e que vai com uma resposta, que me faz esperar outra. E é assim toda a noite, toda a semana.
Devo tudo isto às oportunidades. Aos magníficos momentos que se tornam impossíveis de esquecer. Ao desejo de mais, ao sonho em que te tornas. Ao real em que se torna o sonho.
Um cliché, contudo uma verdade: A vida pode ser soberba se a soubermos aproveitar. Minuto a minuto
Há noites que têm tanto de fantástico que nos fazem rebentar. A questão é com quem partilhar esta felicidade se a costumávamos partilhar com a, agora, causadora?

E também há os amigos, a quem também tanto devo.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Poço Azul


Este Verão (com letra grande, assim o espero) vamos dormir a Barcelona.
Já para não falar daquele recanto alentejano, com bom marisco, praias e noites quentes bem acompanhadas.

sexta-feira, 7 de março de 2008

'nao sei o que esperar'

Detesto o fim do mundo em que vivo. A corja menos digna que nele habita! Um murro na parede. Um jorrar de sangue em que se transforma a minha mente. É irreal. Repugnante, mete nojo. Morro por dentro. Graças a sins e a nãos e a nãos e a sins. Sins que não passam de nãos e nãos que são puros sins.
Afogo-me num mar de sentimentos e sensações frias. Gélidas. Envolvo-me num negro glacial. Espetam em mim o seu irritante e doloroso padecimento. Não consigo respirar. Apertam-me os pulmões. Sufoco. Um abraço envolvido em trevas que me rouba tudo. Fico inexpressivo. Atinge-me. Não vejo, não ouço. Vazio. E grito em silêncio ao ninguém, ao todo da minha mente. Por fim paro. Não darei mais. Deixarei cair-me na escuridão, na vastidão. Não ofereço resistência, peço para me levarem.

Perco o equilíbrio, tombo. Limpo o golpe que eu próprio causei e que dói mais do que realmente dói. Espero que sare. Enquanto desinfecta vou dormir.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Banco Ambíguo Banco (e a sua falta)


Há coisas que eu simplesmente não tolero. O dia de hoje? Foi uma grande merdinha. (não teve nada bom à excepção de um telefonema, que na realidade não sei se é benigno). Vou-me deitar daqui a nada. Este irritante ser que parece estar (muito, diria eu) presente na minha despretensiosa vida...! Voltei a praticar o meu abençoado Budismo, para afastar as energias pouco saudáveis que tal triste andante provocou em mim sem nada fazer.

Escusado será verbalizar que voltarei ao assunto (mas de uma outra maneira). Tenho que reorganizar a posição de certos organismos no meu entendimento.


Dormir, dormir!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

E com Açucar em Pó


Estava eu a pesquisar, aceleradamente, algo para apresentar amanha quando, devido a uma repentina paragem cerebral, resolvi visitar uns tantos blogues. Para meu espanto vi algo que jamais imaginaria. Quase.
Descobri uma descrição bastante insólita (irreal e assustadora) de uma situação não passada comigo, mas do meu conhecimento e com ‘amigos’ meus.
Em tal exposição de acontecimentos encontrei uma frase, com cerca de duas linhas, que me deixou eufórico. Fora de mim. Passo a explicar, dentro do que me é possível, de maneira a não revelar tão constrangedora e privada situação e seus praticantes.
Em meia dúzia de palavras, é basicamente como estar num funeral e a meio ir ao confessionário dar uma queca rápida, com o padre do outro lado. E o pior é que para além de estarmos na santa casa do Senhor, Este está sempre presente. Mais não direi. Mas quase que dava tudo para saber o que falta. O quase é forçoso.

Tive que me retirar momentaneamente da frente do monitor, que já viu bastante, mais do que devia até. Sentei-me no chão. Ri-me descontroladamente. Cruzei as pernas como os chineses que já se tornaram vizinhos e não turistas. Calei-me! Meditei dois minutos. Pensei que tinha de me controlar. Depois de o fazer regressei à frente deste ecrã que apresentava a dita vergonha e infâmia. Voltei a reler e reler.

Estou faminto por mais. De vez em quando a curiosidade faz bem.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Noites de Festas, Festas de Verão


Bebi Fanta, comi o meu prato predilecto, sentei-me a ver televisão. Sinto que me estou a trair pelo facto de ter estado com uma rapariga e agora… o que aconteceu? Não entendo. Afinal o que se passou? Sinto algo por uma e por outra. Será a primeira um disfarce para não encarar a outra? Sinto-me mal por usar palavras como “a primeira” e “a outra”. Mas não lhes darei nomes.

Tirei em vão o som ao telemóvel. Digo em vão porque o fiz para não ter de o enfrentar, contudo sou eu quem vai ao seu encontro. Que euforia. Que esguicho de felicidade. Que situação estranha, alegre, que eu tenho medo que perdure. É tão bom. Tão simples e tão autentico. É platónico e não carnal. É abraços e beijos.
Não entendo o que se passa. Que cabeça a minha!? Que desmiolado. Que vontade de ir contra algo para acabar com esta felicidade momentânea.

Eu sei que não passa de uma ilusão. Tenho plena noção disso, estou a ser sincero. Sei que nunca se vai passar nada. Isto é tão irreal. É tão… OH TIAGO! Pelo amor da santíssima (expressão giríssima). Mas aqueles momentos poderiam querer dizer tanto. Wow… Tiago! Mas e os nossos amigos? Jamais! Nunca! Oh meu Deus.

Que historia irreal. Bem… o facto é que para quem eu usei o telemóvel ainda não me retribuiu, contudo a gentileza encantada de simplicidade (bela) surpreendeu-me (foi ela que… oh Tiago)


Tiago Tiago!


Espero que passe! wow... Tiago.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Passas e Chamapanhe à Chuva, Num Banco de Jardim


Os pensamentos não se realizam.
Amanha quero andar pela Avenida, saltar charcos e calcar poças. Quero ir buscar comida e ir para o Rossio. Podemos sempre ir ao Escondidinho comer uma sopa (não passada), se tiver a chover. Para lá vamos à chuva. Lá abraçamo-nos.
Como será? Não sei. Com quem estarei? Tenho sonhos. Idealizo.

Amanha o cinzento beijado de quente será a nossa cor. Espero que sejamos só nós.
Veremos.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Constante


Arrumei. Eu tento arrumar. Talvez queira um arrumar consciente, mas inibido pelo inconsciente. Quero arrumar pessoas, momentos, situações e todo um resto de coisas impróprias. Se não arrumar quero dispô-las de outra maneira.
Estou cansado do mesmo lugar. Não diria das pessoas. Mas preciso de inovar, variar.

Começo a duvidar da veracidade e autenticidade de uma pessoa. Mas tenho de parar. Contudo acho, no mínimo, curioso o facto de falar e não falar. Talvez, em parte, a culpa seja minha, por fazer o mesmo. Chego a criar atalhos longos, para não me cruzar com tal organismo. É verdade que existe uma certa tensão entre ambos, mas por favor! Andamos na primária? Agora pensando, é raro ver-lhe uma expressão de satisfação. Talvez seja por isso que não vá muito com ele.
Começo a deixar de gostar das atitudes do ente que partilhamos. Já o sol se tinha posto quando íamos os 3 embora. Meio caminho foi constrangedor e eu tive calado, mas nesse meio caminho vi uma certa falsidade. Ela não quis que eu soubesse onde iam. Ele ao início não entendeu, mas chegou lá. Não entendi o objectivo de me deixar num desconhecimento aparente. Irrita-me não entender. Ela nem me disse que ia ter com ele. Já para não disser que era o dia, semanal, do nosso café. É verdade e mais que verdade que eu não queria este café, ao contrario dos outros. Mas queria ser eu a dizer que “não”. Tolices acompanhadas de idiotices. Mas podia ser café acompanhado de leite. Sorriso parvo, mais que parvo.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Malha Padrão

As minhas 3 horas de almoço foram deveras curiosas. Facto é que almocei apenas em 6 minutos e com companhia inesperada. Foi agradável, se tivermos em conta as horas envolventes, que primaram pela boa disposição. Não esperava tal situação. Aliás, começamos a data com um “Bom Dia” embaraçoso, traiçoeiro e envergonhado. Bastante acanhado. Acho que ambos queríamos ver quem se dirigia ao outro em primeiro. As primeiras horas da manha, foram marcadas pela tenção. Algo que, ao contrario do que pensava na altura, não se prolongou dia dentro. Rimos. Trocamos alguma, já não muita, cumplicidade.
Talvez me incline, mais tarde, sobre palavra tão essencial na minha pessoa.
A Sé dava 15.11 horas, quando, a passo apressado me dirigia para a escola. Descobri um “@”, contudo não fiquei minimamente abalado, e quase que nem surpreendido. Era apenas uma mensagem. Seria recente? Não quero saber. Mas não é um “não quero saber” afectado por sentimentos nefastos. Longe disso. É um “não quero saber” desinteressado. A sinceridade não poderia ser mais autêntica, neste momento. Aproveitaremos estas raras situações.

Simplesmente me interroguei pela (antiga) confiança.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

A Traição das Imagens


Sim. Acredito e sei que não consigo escrever com a virtude de certas gentes. Talvez diga isto por existir um certo descontentamento em relação a tal gente, particular. Enganosamente, malevolência. Vejo as virtudes e com aversão as desprezo.
Acima de tudo escrevo para mim. Leio as imensas entrelinhas que escrevo numa frase. Talvez seja esse o meu principal objectivo.
Com o tempo estas entrelinhas, em que neste momento penso, perdem valor. Ganham forma.
Tudo isto porque, hoje de manhã, durante o galão pensava. Um misto de reflexões baralhava o espírito e afogava-me em feroz adversidade. Partilhamos amigos e conhecidos, momentos e vivências! (Temos um passado em comum.) Partilharemos mais ainda! A minha “influência” (palavra fria para descrever certo domínio) sobre tal ser é vastíssima e com mais ou menos subtileza conseguirei o que pretendo. Ou o que poderei vir a pretender. Talvez “intervenção” seja uma palavra mais agradável. Depressa se eleva a arrogância. Irritação e cólera. Sentimentos que tento rejeitar. Mas rapidamente formam um lago, oprimido em escuridão, que me amedronta e apoquenta o ânimo. O pavor e o medo, de tal lago, não são suficientes para de lá tirar o pensamento.
Com isto pretendo dizer, que a minha aprovação poderá ser fundamental. Como tal, não seria bom ter-me como oponente (em termos ideológicos). Enganar-me poderá ser uma solução, contudo melhor será sorrir por fora e conjecturar desumanidades interiormente.
Não sei como interpretar o quanto imprescindível sou (ou penso ser) para tal pessoa. Espero um retoque de aperfeiçoamento e progresso, não por mim, não por tal ente, talvez pelo desejo que reside, em quem causou todo este alegre apoquento, de conseguir o que ambiciona.

Faz-me companhia o chá, há falta de café. Hoje não, mas para a semana talvez inove. Variar, diversificar e alternar. Deixar a beira-ria e aventurar-me entre ruas e vielas. Passar por baixo de pontes em forma de arcos vividos.



Texto desprovido de sentido, mas é nas entrelinhas que ele se encontra.